N. 761/2020

Tipo de projeto e valor máximo de financiamento

Projeto integrado (máximo 50.000 Euros)

Eixos de intervenção em que se enquadra o projeto

Financiamento

Valor solicitado

50.000,00 €

Valor de outros financiamentos

2.500,00 €

Valor total

52.500,00 €
Mapa de localização da candidatura

Mapa das candidaturas financiadas


comUN1DAde

Este Projeto nasce da vontade do Grupo Comunitário da Flamenga (GCF) em complementar a sua intervenção com meios para acionar respostas inovadoras e auto-sustentáveis às questões identificadas por residentes num Diagnóstico Participativo (DP). Face aos desafios socioeconómicos, ambientais,culturais e urbanísticos elencados, surgiram no DP propostas para ampliar a ação do GCF nestas áreas e gerar melhorias efetivas no Bem-Estar da Comunidade. É um Projeto co-gerido pelo GCF, de natureza participativa e integrada, que visa garantir a Sustentabilidade sistémica do território, numa lógica democrática bottom-up e com parcerias consolidadas, o que potenciará a sua continuação findo o Programa. As várias atividades interligam-se e complementam-se, contando com mediadores (at. 1,2,3) para fomentar as várias dinâmicas comunitárias, nas áreas de: formação, empregabilidade e empreendedorismo solidário,integração sociocultural, sustentabilidade ambiental, saúde comunitária e requalificação urbana.

Objetivos

Objetivo geral e justificação

Pretende-se responder às problemáticas do bairro,identificadas pelo GCF-plataforma de residentes e instituições públicas e privadas que intervêm no território- e por moradores envolvidos num DP através de questionários,entrevistas e grupos focais: - falta de coesão social,sobretudo de jovens adultos desocupados,com comportamentos “problemáticos”; - falta de consciência cívica e ambiental,agravando a higiene urbana e qualidade do espaço público; - lacunas na integração laboral e em oportunidades de formação; - falta de manutenção do edificado,espaços públicos/verdes,equipamentos; - fragmentação urbanística e social do território,com consequências de isolamento,anomia e conflitualidade; - insegurança (real e sentida); - falta de oferta de comércio,serviços,lazer e convívio; - isolamento e estigmatização do bairro. As soluções apontadas coletivamente visam: Promover o Desenvolvimento Sustentável do Bairro, ao nível Social,Ambiental,Económico,Cultural e Político,a partir da sua Comunidade.

Objetivo específico 1 e justificação

Reforçar as dinâmicas comunitárias e a Participação Cidadã, valorizando a Interculturalidade e a Intergeracionalidade, os recursos e talentos endógenos, para promover a coesão do Bairro e contrariar a sua estigmatização. Este Objetivo é transversal a todo o Projeto e parte do princípio do Empoderamento dos cidadãos, tendo em vista o Desenvolvimento Comunitário e o aprofundamento da Democracia. Os desafios (cf. Obj.Geral) exigem, pela sua natureza, o envolvimento dos moradores, de instituições públicas e outras organizações para respostas coletivas que potenciem o Bem Estar da Comunidade. Propõe-se uma Governança Local Partilhada e (efetivamente) Participativa, assegurando uma visão integrada dos problemas e a sua co-gestão democrática. Estrategicamente, pretende-se valorizar a diversidade das gentes do bairro (etárias, sociais,culturais, geográficas), dando-lhes voz e poder para intervir na vida pública e em comunidade,com destaque para o papel do GCF- elemento pivô de todo o Projeto.

Objetivo específico 2 e justificação

Promover a Integração e Autonomização de residentes em situação de vulnerabilidade, através da oferta de oportunidades de formação, aprendizagem ao longo da vida, geração de rendimentos, e de apoio à empregabilidade e ao empreendedorismo individual ou coletivo (Economia Social e Solidária), numa lógica de Desenvolvimento Local e, se possível, reforçando o comércio local. A vulnerabilidade (em termos de desocupação, desemprego, delinquência, isolamento e/ou exclusão social) de vários grupos de residentes é apontada, pelo GCF e pelos moradores inquiridos, como uma das problemáticas mais urgentes. A concentração socioespacial da pobreza no bairro, a elevada taxa de insucesso escolar, a diversidade étnico-cultural, que dificulta o acesso ao mercado de trabalho, a escassez de oferta formativa e cultural e as lacunas de integração socioprofissional (entre os mais jovens) e de integração sociocultural (entre os mais velhos) justificam, entre outros, a prioridade deste objetivo.

Objetivo específico 3 e justificação

Fomentar a Educação Cívica e a Sensibilização Ambiental, através de metodologias participativas e criativas, promovendo a coesão social, a sustentabilidade ecológica e as boas relações de vizinhança e gerando uma solidariedade ecocêntrica. Face aos múltiplos desafios relacionados com a falta de civismo e higiene urbana, apontados pelos moradores auscultados e pelo GCF (que já originaram ações de limpeza e educação cívica e ambiental, nomeadamente através de um projeto participado de sinalética, que mobilizou moradores e escolas), pretende-se ampliar e diversificar as estratégias de sensibilização para uma “boa vizinhança”, respeito pelo próximo e pelo meio ambiente. Pretende-se ainda combater a excessiva produção de resíduos e a falta de hábito da sua separação, em interação com os serviços CML/DHU, reforçando o que já acontece na PIC - Plataforma Intercomunitária, de que o GCF faz parte, numa lógica de Governança Local Partilhada e Participativa (co-gestão) dos problemas da Cidade.

Objetivo específico 4 e justificação

Proporcionar a requalificação dos espaços públicos e dos espaços verdes degradados do bairro, a partir dos saberes, talentos e recursos locais, promovendo a vida comunitária, a intergeracionalidade e o sentimento de pertença dos residentes. Além da descontinuidade urbana e da fragmentação socioespacial, o bairro apresenta várias carências de espaços públicos de qualidade, elencados como uma prioridade para muitos moradores. Pretende-se revitalizar estes espaços como lugares de criação, convívio, encontro, lazer e partilha de vivências e saberes, diversificando os usos do espaço público e ampliando o seu potencial democrático. Por outro lado, a mobilização dos recursos endógenos permitirá envolver mais os residentes nas respostas e melhorias do seu bairro, podendo inclusive abrir oportunidades de reforço de empregabilidade e empreendedorismo potenciais, articulando-se com os Objetivos específicos 1, 2 e 3.

Objetivo específico 5 e justificação

Apoiar a Economia Local informal, como expressão de saberes e de valores culturais e de oportunidades de complemento de rendimentos, nomeadamente para população mais vulnerável, dando-lhe visibilidade, em articulação com outros bairros da Freguesia e da Cidade. A existência de hortas urbanas sociais, cultivadas por residentes do Bairro, é uma das formas de complementar baixos rendimentos, de exprimir valores e saberes culturais e de ocupar tempos livres. Podem também proporcionar partilhas de saberes, de sementes e produtos, pelo que se pretende valorizar essas atividades e pô-las em contacto com outras semelhantes de outros bairros da Freguesia e da Cidade, incluindo outros Grupos Comunitários, nomeadamente através da realização periódica de uma Feira Franca Solidária e Sustentável, com uma variedade de expressões económicas, sociais e culturais.

Parceria local

Promotora

GLOCALDECIDE - Associação para a Democracia, a Cidadania e o Desenvolvimento

Parceira

Grupo Comunitário do bairro da Flamenga
Assistência Médica Internacional (AMI)
GEBALIS - Gestão do Arrendamento da Habitação Municipal de Lisboa, EM,SA
Município de Lisboa
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Junta de Freguesia de Marvila
Fábrica da Igreja s. Maximiliano Kolbe do Vale de Chelas
Glocalmusic - Grémio para o Desenvolvimento da Musica Criativa CRL
Iscte - Instituto Universitário de Lisboa
CERCI Lisboa

Território(s) de intervenção

1. Bairro da Flamenga (ex-Zona N1, Chelas): bairro de promoção pública (e alguns lotes de cooperativas), localizado num descontínuo urbano e fragmentado em três zonas (“Malha H” e outros dois núcleos residenciais), separados por um terreno expectante.

Marvila, Lisboa
Critério 1. Condições de habitabilidade deficientes ou precárias, nomeadamente:
Mau estado das habitações, por deficiente construção, falta de manutenção ou por estarem situadas em territórios afetados por incêndios nos últimos cinco anos
Desadequação severa dos espaços comuns
Ventilação e iluminação solar insuficientes ou baixo conforto térmico e acústico
Critério 2. Número significativo de moradores com rendimentos baixos ou muito baixos, nomeadamente:
Pessoas em situação de desemprego, lay-off ou precariedade laboral
Pessoas com poucos anos de escolaridade
Pessoas abrangidas por prestações e apoios do subsistema público da ação social
Critério 3. COVID-19
Número significativo de pessoas de risco em caso de COVID-19, nomeadamente idosos e portadores de doenças crónicas
Critério 4. Número significativo de pessoas com constrangimentos de acesso a cuidados de saúde, nomeadamente por:
Falta de condições de mobilidade e transporte
Falta de capacidade económica para aquisição de medicamentos
Critério 5. Programa Nacional de Vacinação
Taxa de cobertura vacinal do Programa Nacional de Vacinação, atualizado para a idade, inferior a 95 %
Critério 6. Número significativo de crianças e jovens em idade escolar a não frequentar a escola ou com elevada percentagem de insucesso, nomeadamente por:
Abandono escolar
Falta de condições para aceder ao ensino a distância
Critério 7. Exclusão social
Número significativo de pessoas em situação de exclusão social, isolamento ou abandono, nomeadamente idosos, pessoas em situação de sem abrigo ou vítimas de tráfico

Atividades

1. Mediadores de Bairro I - Formação de Mediadores/ Animadores Comunitários

Capacitação de Mediadores: Serão contratados Animadores Comunitários e membros da Comunidade para a Animação e execução de todo o Projeto, nas suas várias atividades. Formação flexível e adaptada aos formandos, com a duração de 60 horas, com os seguintes conteúdos teóricos e práticos: Conhecimentos do Bairro a partir da Comunidade, Desenvolvimento Comunitário, Grupos Comunitários - o que são e qual o seu papel, Metodologias Participativas, Comunicação Eficaz, Gestão de Conflitos, Jogos e dinâmicas para construção de Comunidade, Dinâmicas de Parceria.
Destinatários preferenciais
Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Mulheres, Migrantes

2. Mediadores de Bairro II - Desenvolvimento de Contatos e Interações com grupos da Comunidade

Os Animadores Comunitários estabelecerão as pontes com a Comunidade, sobretudo com os grupos que são o maior desafio deste Projeto (ex: Jovens NEET e outros que vivem situações de exclusão social, de insegurança ou risco), estabelecendo as bases de Ação para as diferentes Atividades do Projeto, e assumindo-se como seus pivôs. Esta Atividade, que exige capacidade de empatia e comunicação com toda a diversidade cultural e geracional do bairro é, pois, central no Projeto, porque é ela que permite criar a confiança, os contatos, as sinergias e a mobilização para todas as outras Atividades.
Destinatários preferenciais
Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Mulheres, Migrantes, Toda a comunidade

3. Mediadores de Bairro III - Trabalho de Animação e Capacitação dos grupos da Comunidade

Os Animadores dinamizarão grupos da Comunidade, sobretudo Jovens, apoiando a sua integração e a abertura de novos projetos de vida, a partir de metodologias participativas e criativas. Face aos perfis e sonhos dos envolvidos, irão organizar-se: experiências de formação (Akademia Mar&Vila); atividades artísticas (ex: Arte Urbana, Teatro Comunitário); requalificação do bairro (At.7 e 8); apoio à empregabilidade e à criação de negócios (individuais ou coletivos, como por exemplo uma cooperativa de costureiras, já existentes no Bairro), entre outras.
Destinatários preferenciais
Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Mulheres, Migrantes, Toda a comunidade

4. PAF! (Participação Ambiente Flamenga) I - Identificação e formação dos Embaixadores de bairro

Os Mediadores de bairro identificam moradores desocupados motivados a agir sobre Sustentabilidade e Ambiente. Após formação remunerada do IEFP e CML/DHU (entre outros parceiros), estes passam a ser os Embaixadores de Ambiente no Bairro da Flamenga. Desenvolverão, através de metodologias participativas e criativas, atividades diversas de sensibilização, divulgação e envolvimento da população nas iniciativas PAF!, visando a alteração de comportamentos (redução, reutilização, reciclagem, higiene do espaço público e sustentabilidade ambiental).
Destinatários preferenciais
Jovens, Adultos (população em idade ativa)

5. PAF! (Participação Ambiente Flamenga) II - Mini Ecocentro móvel

Criação de um Mini Ecocentro móvel, que percorrerá periodicamente o Bairro, para incentivar os residentes a entregarem nesse posto os seus resíduos (embalagens, vidros, papel, orgânicos), recebendo em troca vales de desconto ou ofertas culturais, de patrocinadores. O equipamento será construído pelos Embaixadores de Ambiente a partir de uma bicicleta elétrica, adaptada com materiais reutilizados para desempenhar a função pretendida, servindo de protótipo replicável noutros locais. Este modelo de sensibilização ecológica entre pares, poderá ainda alavancar a cultura e a economia local.
Destinatários preferenciais
Crianças, Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Famílias, Toda a comunidade

6. PAF! (Participação Ambiente Flamenga) III - Estratégias de implementação

Os Embaixadores de Ambiente desenvolvem estratégias diversas, em conjunto com o GCF: limpezas de rua, concurso fotográfico comunitário (antes e depois de uma limpeza), teatro-fórum (formação na At. 3), sensibilizações contra COVID-19, interpretação do "lixo" do bairro e promoção da alteração de consumos, transformação de resíduos (plástico, vidro..) em objetos artísticos ou úteis. Esta subatividade será realizada com o FabLab Lisboa, construindo de forma participada protótipos que, numa fase posterior, poderão ser produzidos em maior escala e vendidos, visando a sustentabilidade da Atividade.
Destinatários preferenciais
Crianças, Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Famílias, Toda a comunidade

7. Auto-reabilitação de espaços públicos e verdes do bairro I

As Atividades 1,2 e 3 identificarão jovens adultos e desempregados aptos a envolver-se em projetos de requalificação de espaços públicos e verdes do Bairro. Pretende-se impulsionar a aquisição de novas competências e formas de apropriação do espaço, numa lógica de co-gestão dos ‘Comuns’ urbanos. Este trabalho desdobra-se então em duas componentes (At. 7 e 8). Os/as participantes terão sessões de sensibilização cívico-ambiental (articulação com At. 4, 5 e 6) e formação em exercício, em parceria com a Junta de Freguesia (JF) e a CML (DHU), e com o apoio de hortelãos locais (At. 10) e designers.
Destinatários preferenciais
Jovens, Adultos (população em idade ativa)

8. Auto-reabilitação de espaços públicos e verdes do bairro II

No seguimento da At. 7, proceder-se-á à requalificação dos espaços públicos e verdes, especificamente através de: pintura de muros, arranjo de canteiros e jardins (com ervas aromáticas, flores, perenes, hortícolas) para fruição de todos numa alimentação saudável e sustentável, e a criação de mobiliário urbano. Estas ações seguirão princípios de Arte Urbana participativa, design participativo ecológico e permacultura, promovendo a integração social dos mais vulneráveis, a democratização do espaço público e a valorização do território, numa lógica intergeracional e intercultural.
Destinatários preferenciais
Crianças, Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Famílias, Toda a comunidade

9. Feira da Lavra I - Interculturalidade, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade - no Festival Dias de Marvila

O GCF dinamiza a Participação da Comunidade e bairros vizinhos numa ação já recorrente - desta vez integrada no Festival Dias de Marvila - para festejar a interculturalidade e valorizar recursos, saberes e talentos locais (agrícolas e artísticos), através da abertura das hortas de Chelas à Cidade durante um dia. Será distribuído um mapa do território com o horário das atividades para que o público – aqui Cidadão e Ator – decida as experiências socioculturais (At. 10, 11,12) que quer fruir, em encontros e diálogos com as Comunidades que o acolhem, potenciando as práticas democráticas na Cidade.
Destinatários preferenciais
Famílias, Toda a comunidade

10. Feira da Lavra II - Hortelãos e Workshops sob os temas Interculturalidade, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade

A partir de visitas do GCF às hortas (locais e vizinhas) e apoio de outros GCs de Marvila,16 hortelãos serão selecionados a participar na Feira. As suas memórias e histórias de vida - seus locais de origem e vivências em Chelas - serão o guião inicial destes anfitriões nas visitas às suas hortas. Produtos, técnicas e receitas serão pretexto para partilhas e debates sobre agricultura biológica, Saúde e Sustentabilidade. Outros parceiros (locais ou não), a envolver na co-criação da Feira, darão workshops complementares, enriquecendo as redes de solidariedade e sinergias entre o local e a Cidade.
Destinatários preferenciais
Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Mulheres, Famílias, Toda a comunidade

11. Feira da Lavra III - Músicos, Contadores de histórias, Jogos tradicionais - Interculturalidade, Saúde e Ambiente em Marvila

Com o apoio de GCs vizinhos e outros parceiros, o GCF convidará músicos, contadores de histórias e mestres de jogos tradicionais, locais ou com ligação ao território, para participar na co-criação da Feira (inclui organização, planeamento) e atuar no dia em que ela se realiza. A diversidade de origens geográficas, classes sociais, géneros, idades, etnias e culturas confluirá num Encontro (a Feira) que celebra também essa multiplicidade, através de Artes, Expressões Culturais, Jogos e Festa, potenciando a auto-expressão, o Reconhecimento do Outro, a Cooperação e o Desenvolvimento Comunitário.
Destinatários preferenciais
Jovens, Idosos, Adultos (população em idade ativa), Toda a comunidade

12. Feira da Lavra IV - Feira Franca e Festa da Interculturalidade, Saúde, Ambiente e Sustentabilidade

A Feira da Lavra contemplará ainda uma Feira Franca (na tradição das cidades medievais), na qual Artistas, Artesãos, Cozinheiros e Produtores locais, identificados pelo GCF, GCs vizinhos e outros parceiros, podem expor e vender os seus produtos. Todos os participantes serão co-criadores do evento, inclusive da sua Festa final,que terá alimentação saudável multicultural, expressões artísticas várias, convívio e partilha.Abre-se assim o Bairro à Cidade e a Cidade à fusão de diferentes Culturas e Economias (Solidária,Informal e de Subsistência), potenciando a Democracia e o Desenvolvimento Local.
Destinatários preferenciais
Toda a comunidade